Logo depois da CES, passei uma semana de imersão em San Francisco com a Brasil IT+. Em um único dia, assisti a uma série de pitches de startups e participei de uma conversa sobre imigração, startups e fundadores imigrantes em saúde e biotecnologia.
O visto do fundador faz parte do plano
A conversa sobre imigração foi conduzida por Adriana Soto Ospina, fundadora e CEO da Maternal+ e da VisaHub, com moderação de Andrea Stephany Diaz, cofundadora e CEO da OncoSwab. As duas viveram essa jornada na prática.
Elas mostraram como uma startup pode se tornar a base para vistos como o O-1, o EB-1 ou o EB-2 NIW, e por que é importante construir presença no ecossistema americano desde cedo. Uma mensagem ficou muito clara: para fundadores, especialmente em setores regulados como a saúde, estratégia de imigração e estratégia da empresa andam juntas.
Ser imigrante não é uma fraqueza. Muitas vezes é uma vantagem competitiva.
Onde fundadores, inovação e capital se encontram
Existe uma energia real em San Francisco entre fundadores imigrantes, inovação e investidores. Ela se conecta diretamente com o objetivo da Brasil IT+: levar empresas brasileiras de tecnologia para mercados globais.
O dia continuou com o evento de pitches organizado por Robert Janssen com a Angel Launch, o Silicon Valley Investing Summit, abrangendo IA, tecnologia, healthtech, bio e medtech. E terminou com uma recepção da Cain Brothers durante a J.P. Morgan Healthcare Week, com conversas ao lado de investidores e profissionais da saúde.

Se você está planejando entrar nos EUA
Os fundadores que fazem isso bem tratam a mudança para os EUA como um único plano: o caminho legal, a estrutura da empresa, a rede de contatos e o mercado se reforçam mutuamente. Comece a construir presença antes de precisar dela. Esteja presente no ecossistema, conheça os investidores e operadores do seu setor e deixe o progresso da empresa sustentar o caminho do visto, e não o contrário.




